A Seleção Brasileira embarca nesta segunda-feira para o Estados Unidos com uma certeza de que vai trazer o hexa na bagagem. O bom ou ruim. Mas ambos históricos.
Entre risos e lágrimas, os brasileiros vão conquista-lo. Se vencer, será hexa campeão mundial de fato e de direito. Se perder, vai ser a sexta copa que os jogadores do Brasil vão deixar os países sedes sem trazer o título.
Se vencer, serão lágrimas e e gritos de alegria. Afinal o de campeão está atravessado na garganta dos brasileiros que gostam de futebol há 24 anos. Uma geração ainda não viu o capitão da seleção levantar o troféu mais cobiçado do futebol mundial. O último foi Cafu, na Copa do Japão/Coreia do Sul.
Coincidência ou não, o fato é que a última grande “seca” do título mundial foi encerrada após 24 ano, nos Estados Unidos. O período já foi igualado com a atual fase da seleção brasileira. México e EUA são de boas lembranças para o futebol nacional.
Os craques terão a oportunidade de repetir a história, sem farsa ou tragédia, em dois dos países que sediarão a competição e onde a seleção ganhou o tri e o penta.
O universo parece estar conspirando com os deuses do futebol para que a repetição da história se concretize em mais um título. Sem farsa ou tragédia.
Que seja bordada ou pintada mais uma estrela sobre o escudo da seleção e não em mais uma campanha para ser esquecida.
A alegria do povão que vai olhar fixamente na televisão está nos pés e mentes dos jogadores que defenderão as cores nacionais, e supremacia no futebol, bem como recuperar o respeito perdido nos últimos anos.



